A Contraf-CUT tem recebido consultas de vários sindicatos sobre a cláusula do acordo negociado entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban que trata dos dias parados na greve nacional dos bancários.
A entidade informa que o tema foi discutido ao final da última rodada de negociação com os bancos, na sexta-feira, dia 14, quando ficou definido, após muita pressão do Comando Nacional, que a redação será a mesma do ano passado.
Desta forma, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2011/2012, a ser assinada nesta sexta-feira, dia 21, entre a Contraf-CUT, federações e sindicatos com a Fenaban, em São Paulo, estabelece que os 21 dias de greve nacional dos bancários, entre 27 de setembro e 17 de outubro, não serão descontados, mas compensados com até duas horas extras diárias, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, entre a data da assinatura até 15 de dezembro.
Conforme a cláusula, as horas extras realizadas anteriormente não poderão ser compensadas com os dias não trabalhados. Qualquer saldo remanescente após o prazo final será anistiado.
Fonte: Contraf-CUT
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Greve cresce na região de Jundiaí e segue tendência nacional
A greve cresceu em seu segundo dia na região de Jundiaí. Hoje foram contabilizadas 42 agências, sendo a maioria de bancos federais. No entanto, houve adesão de diversos bancos privados, principalmente no centro de Jundiaí.
“A greve vem crescendo em toda a região. A todo instante chegam informações de novas paralisações de agências. O crescimento da greve é uma demonstração que os bancários estão insatisfeitos com a proposta apresentada pelos banqueiros e o movimento tende a crescer dia-a-dia.” – comenta Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.
Greve cresce em todo o país
Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a greve cresceu em todo o país, atingindo o segundo dia (28/09) com 6.248 agências paralisadas. Houve, portanto, um crescimento de 50%, pois no primeiro dia (27/09) eram 4.191 agências paralisadas em todo o país.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região com informações da Contraf/CUT
“A greve vem crescendo em toda a região. A todo instante chegam informações de novas paralisações de agências. O crescimento da greve é uma demonstração que os bancários estão insatisfeitos com a proposta apresentada pelos banqueiros e o movimento tende a crescer dia-a-dia.” – comenta Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.
Greve cresce em todo o país
Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a greve cresceu em todo o país, atingindo o segundo dia (28/09) com 6.248 agências paralisadas. Houve, portanto, um crescimento de 50%, pois no primeiro dia (27/09) eram 4.191 agências paralisadas em todo o país.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região com informações da Contraf/CUT
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sindicato completa 25 anos de fundação
Em solenidade realizada ontem (25/04) na Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí, o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região comemorou seus 25 anos de fundação.
O evento contou com a participação de diversos bancários e lideranças sindicais e políticas da cidade. Estiveram presentes também, o Diretor da CUT Sebastião Cardoso; a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvândia Moreira Leite; o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro; e o presidente da Fetec-SP, Luiz César de Freitas.
Foram entregues placas comemorativas aos fundadores do Sindicato e exibição de filme contando a história do Sindicato através de fotos.
"Durante estes 25 anos, o Sindicato dos Bancários sempre esteve à frente das principais lutas da categoria e do movimento sindical na cidade. Homenageamos os fundadores do Sindicato, pois foram pessoas que ousaram e tiveram a coragem de iniciar a luta bancária na região em um momento tão difícil. Além disso, contribuíram na construção e fortalecimento do movimento sindical bancário, participando ativamente no processo de fundação da Fetec e da Contraf-CUT". - comenta Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.
Veja o vídeo comemorativo clicando aqui.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região
segunda-feira, 28 de março de 2011
Metas abusivas na mira dos bancários
O combate às metas abusivas é agora a prioridade dos bancários. Em reunião da mesa temática de Saúde realizada nesta sexta-feira, 25/3, com membros da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os representantes dos trabalhadores exigiram participar das estipulações e da aferição das metas. Ainda, os bancários defenderam que essas sejam coletivas e definidas de acordo com a realidade do departamento ou da agência e que os caixas não devem ser submetidos a elas.
"A categoria bancária é uma das que mais sofre com LER/Dort e problemas de saúde causados por stress. E a causa disso é, principalmente, a pressão e o ritmo intenso de trabalho justamente para alcançar metas cada vez mais altas e difíceis de serem atingidas", explica Crislaine Bertazzi, diretora de Saúde da Fetec-CUT/SP.
Recentemente, os bancários conquistaram o acordo histórico contra o assédio moral, outro problema que muitas vezes é decorrência das metas abusivas. Agora, os bancários querem ampliar seus direitos e cortar o mal pela raiz.
Apesar de terem sinalizado na negociação da Campanha Nacional 2010 que aceitariam debater o problema das metas, os bancos agora alegam que isso é política de cada instituição e que eles têm o direito de geri-las de acordo com suas conveniências. "A Fenaban se recusa a discutir um assunto que está em pauta desde 2009 e que está sempre presente nas reuniões que fazemos, por afetar diretamente na saúde do bancário. Mas, da mesma forma como agimos na questão do assédio moral, vamos tratar agora das metas", afirma Crislaine.
Calendário - A próxima reunião da mesa temática será marcada no início do mês de maio e discutirá o Programa de Reabilitação Profissional. Em 2009, os bancários conquistaram a cláusula 41ª que trata da reabilitação. Entretanto, a cláusula não obriga os bancos, nem tampouco estabelece que caso a empresa queira aderir ao programa deva assinar algum instrumento com os sindicatos e o que acontece na prática é que as instituições, apesar de afirmarem que já implantaram o programa, não dão muitas informações sobre seu funcionamento.
"A categoria bancária é uma das que mais sofre com LER/Dort e problemas de saúde causados por stress. E a causa disso é, principalmente, a pressão e o ritmo intenso de trabalho justamente para alcançar metas cada vez mais altas e difíceis de serem atingidas", explica Crislaine Bertazzi, diretora de Saúde da Fetec-CUT/SP.
Recentemente, os bancários conquistaram o acordo histórico contra o assédio moral, outro problema que muitas vezes é decorrência das metas abusivas. Agora, os bancários querem ampliar seus direitos e cortar o mal pela raiz.
Apesar de terem sinalizado na negociação da Campanha Nacional 2010 que aceitariam debater o problema das metas, os bancos agora alegam que isso é política de cada instituição e que eles têm o direito de geri-las de acordo com suas conveniências. "A Fenaban se recusa a discutir um assunto que está em pauta desde 2009 e que está sempre presente nas reuniões que fazemos, por afetar diretamente na saúde do bancário. Mas, da mesma forma como agimos na questão do assédio moral, vamos tratar agora das metas", afirma Crislaine.
Calendário - A próxima reunião da mesa temática será marcada no início do mês de maio e discutirá o Programa de Reabilitação Profissional. Em 2009, os bancários conquistaram a cláusula 41ª que trata da reabilitação. Entretanto, a cláusula não obriga os bancos, nem tampouco estabelece que caso a empresa queira aderir ao programa deva assinar algum instrumento com os sindicatos e o que acontece na prática é que as instituições, apesar de afirmarem que já implantaram o programa, não dão muitas informações sobre seu funcionamento.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Bancos abrem 24 mil vagas em 2010, mas usam rotatividade para reduzir salários
Os bancos que operam no Brasil criaram 24.032 novos empregos em 2010, o que representa 1,12% dos 2.136.947 postos de trabalho gerados por toda a economia no ano em que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%, o maior salto dos últimos 25 anos. Esse é o resultado da Pesquisa de Emprego Bancário (PEB) realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em parceria com o Dieese, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado contrasta com 2009, ano em que o PIB brasileiro não cresceu em razão da crise internacional, quando o sistema financeiro fechou 621 postos de trabalho. Mas a pesquisa de 2010 (a oitava já realizada pela Contraf-CUT/Dieese) mostra que a rotatividade da mão-de-obra permanece alta nos bancos e se mantém a discriminação contra as mulheres, que recebem menos que os homens tanto na admissão quanto no desligamento.
"Apesar do aumento no número de vagas, a rotatividade continua alta no sistema financeiro, mecanismo que os bancos usam para reduzir a média salarial dos bancários. Essa é uma prática perversa do setor onde somente as seis maiores empresas tiveram lucro líquido de mais de R$ 43 bilhões no ano passado", compara Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Em 2010, o sistema financeiro contratou 57.450 trabalhadores e desligou 33.418. A remuneração média dos desligados foi de R$ 3.506,88, valor 37,57% superior ao salário médio de R$ 2.188,43 dos admitidos. A região Sudeste foi onde os bancos mais abriram postos de trabalho (16.065). O Norte registrou o menor saldo de emprego (981).
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Emprego diminui nas faixas mais altas
O saldo positivo de emprego nos bancos em 2010 está concentrado nas faixas salariais até três salários mínimos. Acima do valor equivalente a quatro salários mínimos, o saldo de emprego é negativo em todas as faixas de remuneração, como mostra a tabela.
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A pesquisa demonstra também que os bancos continuam dando preferência aos jovens nas contratações. Na faixa etária até os 30 anos, o saldo positivo de postos de trabalho foi de 28.090 no ano passado. A partir dos 40 anos de idade, o saldo de emprego é negativo.
Além de jovem, os novos contratados têm alta escolaridade: 42,21% possuíam o superior completo e outros 35,66% estavam cursando o terceiro grau. Mas a escolaridade dos que se desligaram era maior ainda: 60,7% com curso superior completo e 23,59% cursando a faculdade.
Mulheres já entram nos bancos ganhando menos
Na comparação de gênero, a pesquisa mostra que os salários das mulheres bancários são inferiores tanto na contratação quanto no desligamento. As bancárias desligadas em 2010 recebiam salário médio de R$ 2.887,21, valor 28,71% inferior à remuneração média de R$ 4.049,92 dos homens. Na admissão, as mulheres foram contratadas com salário médio de R$ 1.833,35, contra R$ 2.534,52 dos trabalhadores masculinos - uma diferença de 27,66%.
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"Esses dados confirmam mais uma vez a existência de discriminação contra as mulheres dentro dos bancos, deixando claro que precisamos avançar muito nas discussões sobre igualdade de oportunidades, que certamente será um dos eixos da campanha nacional de 2011", afirma o presidente da Contraf-CUT.
Cresce número de pedidos de demissão
O estudo Contraf-CUT/Dieese revela também uma alteração significativa em relação à pesquisa de 2009 no que se refere aos tipos de desligamentos dos bancos. No ano retrasado, do total de afastamentos do sistema financeiro, 35,65% foram pedidos de demissão dos bancários. Em 2010, a demissão voluntária subiu para 49,08%.
Os pedidos de demissão estavam concentrados nas funções de escriturário, que é início da carreira. Nesse segmento, 64,56% dos afastamentos foram a pedido.
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"Algumas das razões que explicam o fato de a metade dos desligamentos serem por iniciativa dos próprios trabalhadores são que eles não suportam mais as pressões por obtenção de metas cada vez mais abusivas e o assédio moral que vem como consequência", avalia Carlos Cordeiro. "Essa também será com certeza uma das principais reivindicações da campanha deste ano."
Fonte: Contraf-CUT
quarta-feira, 23 de março de 2011
Contraf-CUT assina nesta quarta acordo da CCP com o Banco do Brasil
A Contraf-CUT assina com o Banco do Brasil nesta quarta-feira 23 o acordo coletivo da Comissão de Conciliação Prévia (CCP), um instrumento que tem o objetivo de tentar solucionar, antes da instância judicial, passivos trabalhistas entre ex-bancários e a empresa.
O acordo será assinado em Brasília ao final de uma série de negociações para corrigir distorções que haviam no acordo anterior.
"É importante frisar que a CCP é uma mesa de conciliação para ex-bancários, que já rescindiram o contrato de trabalho. Cabe agora aos sindicatos fazerem ou não a adesão ao acordo, conforme a decisão soberana de cada entidade", afirma William Mendes, diretor de Formação Sindical da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
O acordo será assinado em Brasília ao final de uma série de negociações para corrigir distorções que haviam no acordo anterior.
"É importante frisar que a CCP é uma mesa de conciliação para ex-bancários, que já rescindiram o contrato de trabalho. Cabe agora aos sindicatos fazerem ou não a adesão ao acordo, conforme a decisão soberana de cada entidade", afirma William Mendes, diretor de Formação Sindical da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
CUT realiza ocupação pacífica nesta quarta do Congresso e leva propostas
Os trabalhadores fazem uma ocupação pacífica do Congresso Nacional com o objetivo de apresentar aos parlamentares a pauta de reivindicações prioritárias da classe. A ação faz parte da agenda de mobilização programada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) durante toda essa semana, em Brasília.
A concentração para a ocupação pacífica será às 9h desta quarta-feira, dia 23, em frente ao Congresso Nacional, e deve reunir dirigentes e militantes da CUT representando todas as regiões do país e diversas categorias e ramos de atividade econômica.
No parlamento, serão realizadas audiências e reuniões com as comissões da Câmara e do Senado e com lideranças de bancadas e de partidos. A intenção é entregar aos parlamentares a Plataforma da CUT.
As atividades contam com a participação de Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e integrante da direção nacional da CUT.
"Bom dia" aos parlamentares
Dirigentes e militantes da CUT foram ao Aeroporto Internacional de Brasília nesta terça-feira, dia 22, para recepcionar os parlamentares com a pauta de reivindicações prioritárias da classe trabalhadora.
A manifestação abriu a série de atos que a Central realiza na capital federal durante a semana. Ao final da tarde desta terça-feira foi realizada uma panfletagem na Rodoviária.
Desenvolvimento com valorização do trabalho
Dentre as principais reivindicações da plataforma da CUT estão o fim do imposto sindical, a redução da jornada sem redução de salários, o fim do fator previdenciário, a valorização das aposentadorias, o combate às demissões sem justa causa, a ratificação da Convenção 158 da OIT e mudanças na política econômica do Brasil.
Notícia atualizada às 20h30
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo e CUT
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